
Gilbert: Por que está tentando me matar?
Cliff: Você está roubando no meu território .
Gilbert: E por isso você vai me matar?
Cliff: É, você deu azar.
Gilbert: Não tem jeito de eu me redimir?
Cliff: Acho que não.
Gilbert: Ahnnnnn… Legal.
Ele foi esperto ficando entre a entrada da caverna e eu. Ele ganhou tempo e quase conseguiu me desesperar. Meu ombro está ferido e esse lugar foi preparado por ele, se isso se prolongar eu vou acabar morrendo, preciso passar por ele e sumir daqui.
Ele parte pra cima de mim feito um louco, e desfere um golpe mirando no meu ombro direito, eu me desvio com facilidade e tento um golpe contra a barriga dele, mas antes que minha adaga o alcance ele me empurra com o antebraço e corre em direção à saída da caverna.
Após desequilibrá-lo, quase posso ver a luz do sol fora da caverna, mas ele arremessa uma adaga me forçando a desacelerar, em seguida sou obrigado a me virar para evitar um golpe pelas costas.
Eu contra ataco tentando acertar o rosto dele, ele desvia se abaixando e sorri como se esperasse por isso.
Ele me ataca no alto com o único braço em bom estado, abrindo uma brecha abaixo da guarda. Eu agaixo e ponho o joelho entre as pernas dele, passo a mão por baix0 da virilha seguranto na parte de trás do quadril, levanto-o facilmente e o arremesso no chão. Depois que ele cai no chão eu me posiciono entre ele e a saída mais uma vez.
Fecho os olhos enquanto ainda estou no ar, quando os abro novamente vejo o chão da caverna e um pouco de sangue, minha cabeça dói, fico no chão por um tempo e percebo que ele não quer realmente me matar. Analiso as possibilidades e só uma parece efetiva.
Ele se arrasta para perto de mim como se estivesse fora de si, eu não acredito e fico atento, ele tenta se segurar na minha perna como se não soubesse do que se trata e quisesse apenas se levantar. Ele põe algo dentro da minha bota, não sei o que é, mas temo que seja algo perigoso.
Ele se abaixa muito rápido, enfia a mão dentro da bota e pega a bomba que plantei e a joga longe. Tudo parece perdido, mas em um microssegundo eu penso num “plano B”. Apóio o peso do corpo no meu braço machucado e sinto a pior dor que já senti na minha vida. Com o outro braço agarro-o por trás do pescoço, com o pouco de força que me resta e o meu peso a meu favor eu trago a cabeça dele ao chão.
Eu apago por quase dois segundos, meu supercílio jorra feito uma cachoeira e minha cabeça dói. Ele já está conseguindo se levantar, mas não sabe se eu estou mal ou se estou fingindo, por isso ele foge. Então eu me levanto com um pouco de dificuldade e saio da caverna também.
Fim? … Não.
Continua …
Abril 4, 2009 ás 12:44 am |
Muito interessante essa parte das estratégias… ficou muito bem montada e a descrição também foi muito boa.
Abril 4, 2009 ás 9:20 am |
Beleza Willian, caminho certo.
Abril 4, 2009 ás 4:21 pm |
Tá ficando esparrádo neguin!
Abril 7, 2009 ás 6:00 am |
Porra …essa parte aki realmente ficou boa ^^
Tanta na luta e nas ações rapidas dos personagens , claro q nos deixa ansioso por uma continuação …a cada capitulo , esta melhorando ^^
Axei esse aki mais interessante q os outros 2 ^^
Vai willian XD~
Ta ficando foda :~
Abril 27, 2009 ás 5:23 pm |
nnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnn :B
Abril 28, 2009 ás 5:06 am |
Achei bem interessante a idéia de cada personagem narrar os acontecimentos que lhes são referentes.Obs: Está havendo muita repetição das palavras e isso diminue a qualidade do texto.Se a fala fosse mais coloquial não teria tanto problema, mas você está utilizando uma linguagem culta.